quarta-feira, 30 de abril de 2008

Que vida Boa....

Oiiiiiiiiiii...

Amanhã é feriado!

Éééééééé... o penúltimo feriado prolongado do ano...

Ahhhhhh... mas isso não é problema... feriado prolongado quem cria somos nós!

Affffffffffff.... eu nem gostava dessa dupla mas essa musiquinha é tão bonitinha...

Eu... voltando pra casa do escritório... um lindoooooooo arco-íris...

Tem algo mais GOSTOSO que a simplicidade... a felicidade está na simplicidade...

Quase bati o carro olhando aquela coisa linda... de fora do carro...

Os rapazes que cantam não são fofinhos!!!

A primeira música eu sempre escuto voltando pra casa...

A segunda,não sei pq mas adorooooooooooooooo.....

Ah esse violão... ou viola... sei lá! Adorooooooooooooooooooooo

Bjinhussssssssssssssssssss!!!!













terça-feira, 29 de abril de 2008

Prazeres femininos


Prazeres femininos


As mulheres, em algum momento da vida, enfrentam um dilema: "Será que eu largo tudo para ficar com ele?" Já os homens, para ficar com a gente, nunca precisam largar nada. Mulheres casadas, quando se apaixonam por outro homem, têm que tomar várias decisões, sendo que a primeira é deixar a casa, aliás, o lar, e os filhos. Essa história é meio mal contada pelos maridos, é claro: elas apenas trocam de vida e não estão largando filho nenhum. Mesmo que depois eles passem os fins de semana, de 15 em 15 dias, com os pais, isso não é abandono.
A vida estará apenas mudando, como acontece com tudo o tempo todo. Já os homens estão sempre na boa: nunca precisam optar. Quando a vida toma outros rumos, geralmente têm o poder econômico em suas mãos - o que ajuda bastante -, pegam um avião e levam os filhos para passar um finzinho de semana em Miami, o que atenua qual-quer sensação de ter abandonado o tal do lar. Homens não precisam escolher entre a profissão e a família; mas, se uma superexecutiva - casada e com filhos - for transferida para Washington por dois anos, o marido vai largar o trabalho ou ela é quem vai ter que decidir entre a carreira e o casamento? Agora, o contrário: se ele tiver a oportunidade de passar uma temporada num país estrangeiro, qual será a opinião dos amigos? "Ah, que ótimo para as crianças, vão aprender outra língua." E quanto ao trabalho dela, que mesmo não sendo importantíssimo segue em franca ascensão?
Ora, ora, quando voltar pode começar tudo de novo - e enquanto estiver morando fora terá chance de aproveitar vários cursos, de história da arte a pintura em porcelana. Os homens, às vezes, só matando. Eles, quando têm que viajar dois dias a trabalho, limitam-se a pedir que ela faça uma sacolinha básica para levarem. Já as mulheres têm que deixar a casa organizada e os filhos com alguém, que nunca é o pai, controlando se fizeram os deveres, se foram ao dentista - e sem esquecer de manter a geladeira cheia. Mesmo assim, vão ter que telefonar umas 18 vezes por dia para ver se está tudo em ordem.
Ah, como deve ser bom ser homem. Liberdade mesmo, só eles sabem como é. Mulheres fazem tudo o que eles fazem, porém com remorso e culpa. Daqui a umas 12 gerações talvez não, mas até lá vão continuar a fazer e a sofrer. Já os homens estão tão acostumados a poder tudo que jamais conhecerão o grande prazer de - mesmo com culpa - fazer o que não pode. Por exemplo, encontrar um desconhecido num bar e tomar um drinque, coisa que as ditas mulheres sérias não têm o direito de ousar.
Dizer e ouvir tudo o que uma moça correta não deveria e ir às últimas conseqüências com quem bem entender, mesmo sentindo remorso; afinal, os direitos são iguais - ou alguém vai negar isso? Mas por que a graça dessas coisas é tão maior para as mulheres do que para os homens? Porque para elas há o grande prazer, que é o da transgressão. Os homens, como têm direito a tudo, nunca transgridem e não sabem o que estão perdendo. Porque transgredir é das melhores coisas da vida.
Danuza Leão.

domingo, 27 de abril de 2008

Amigos / Casório / Festa Maravilhosa / Reflexão

Bom dia... ou será boa tarde?


Acabei de acordar e são exatamente 13:00hs...

Dores no corpo... sem voz... e ainda sem acreditar que minha amiga havia casado.

Afff.... acho que vai demorar pra cair a ficha.

Ontem na igreja pra variar chorei copiosamente... quando cantaram durante a cerimonia uma música da igreja que eu adoro... a minha irmã quase me bateu... fazer o que né.

Ainda na igreja vi uma amiga do casal... amiga bem mais antiga do que eu e as meninas e ela não havia sido chamada pra ser madrinha ... dae eu pensei... "Vc leva anos para considerar de verdade uma pessoa como amiga(o) e apenas um ato... ou um dia para perde-la pra sempre"

Como amizade é uma coisa sensivel, delicada.... e cheia de pontos bem vulneráveis.

Ah... a festa foi show!

Não só pela estrutura de jantar... decoração... música... mas pelo calor das pessoas... eu não parei de conversar um minuto... a delicadeza e discrição das pessoas ao conversar comigo... e eu que pensei que iria ser atropelada por um caminhão de perguntas...

Mas o mais legal foi ver o apoio de todo mundo... a felicidade de todos em me ver... quando eu digo felicidade... é aquela coisa da pessoa olhar nos teus olhos e falar... "Caramba Mi, que bommm que vc voltou pra gente... como é bom te ter aqui novamente... e nunca mude esse seu jeito viu... pq quem não gosta dele boa pessoa não é..." Palavras de Juliana Belini...

ai ai...

Fim de festa...

Henrique bebeu todas... me fez rolar de rir... uahuahauhauhauhauah... deu trabalho pra mim e pra Renata. Trabalho assim... queria dançar comigo... dançava com a Renata... queria beber mais... e eu com dor na barriga de tanto dar risada dele.

Ah amigos...

Como eu amo meus amigos... principalmente a Renatinha... e o Henrique... acho que nunca consegui ficar mais que 5 minutos triste perto deles... pessoas excepcionais.

Ressaquinha básica... até pq nem poderia beber atééééé pq eu estava dirigindo e sozinha... ae era um dose de wisky (nem se se escreve assim) e um de refrigerante... um de vinho... (um de agua) e nessa eu sai de lá as 05hs da manhã.

Gente.... milhões de beijos....

E o contrário que pensei... que iria ser barra essa festa... FOI TUDO... muitooooooo bom!

Durante a semana eu coloco as fotinhas!

Beijos.

sábado, 26 de abril de 2008

Felicidades! Muitas Felicidades!!!




















Dia 26 de abril de 2008.

Em 10 de fevereiro de 2001 conheci esse casal lindo...

Ela sempre timida, meiga, tranquila, inteligente...

Ele sempre brincalhão, engraçado, ponderado, culto...

Eu e Renata já eramos amigas a mais de um ano... e eu resolvi apresenta-la a Janaina e de brinde (diga-se de passagem um brinde de mais de 1.80 de altura) veio o DéDé...

Nunca mais nos desgrudamos.

Nunca mais ficamos mais de uma semana sem falar uns com os outros.

Passou a faculdade...

Sempre imaginamos esse grande dia...

Quando ele chegaria...

Como seria MA-RA-V-LHO-SO.

O dia CHEGOU!

Jana, depois de 8 anos de namoro... e nossos 7 anos de amizade... eu quero te desejar felicidades mil! Que o seu amor continue sempre assim... lindo, autêntico... tranquilo e cheio de carinhos!

A FESTA HOJE PROMETE!!!

SERÁ TÃO BOA QUANTO A FORMATURA!

OBAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!

Beijos.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

ESTAMOS COM FOME DE AMOR !!!

Oláááá...

Madruga de quinta para sexta-feira...

Dia chato... abacaxis... Fim de Mês... casamento sábado...

Eu sem sono, sem sono... algumas cólicas... uma leve dor de cabeça...

Conheço isso... temida, chata e dolorida TPM.

Bem bem...

Achei esse texto tããããããooooooooooo legal.... pensei: " Ah, outra postagem nova? Pode ser... esse vale"...

Então segue...

A autoria do sábio Jabor... eu não sei se é... mas que é bom é!


ESTAMOS COM FOME DE AMOR !!!
Arnaldo Jabor


Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: “Digam o que disserem, o mal do século é a solidão”.

Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão“apenas” dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.

Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: “Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho!” unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente!

Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois. Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.

Antes idiota que infeliz !

Aos que não nos enxergam

Olá.

A escritora, apresentadora e roterista Fernanda Young tem uma coluna em uma revista onde ela faz "Cartas" sempre dirigidas a algum assunto ou pessoas.

Li várias... e são tão engraçadas e ao mesmo tempo inteligentes... eu dei muita risada.

Cada qual lembrará de algo ou de alguém ao ler...

Muito bom...

Segue uma delas.

Beijos.


Aos que não nos enxergam


Oi, eu estou bem aqui na sua frente, mas você insiste em não me ver. Tudo bem, opção sua, cada um enxerga o que quer. O problema é quando você, sem ter idéia de como sou, resolve dar a sua visão sobre mim. Talvez você não se enxergue também, antes de mais nada – e assim me tire por parecida contigo. Errando completamente. Para começar, eu faço questão de ver as pessoas ao meu redor, e isso faz toda a diferença do mundo. Percebo que todos têm algo de especial, estando aí a graça. Percebo belezas que não são minhas, estando aí o prazer.

Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.

Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.

Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?

Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.

Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.

Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.

Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outro lado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz...”* Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz...”*

Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você.

* Trechos da música OLHOS NOS OLHOS, de Chico Buarque

Fernanda Young

Fernanda Young é escritora, roteirista e apresentadora de TV


quarta-feira, 23 de abril de 2008

# 1

Olá.
Resolvi retomar com o Blog... depois de ler vários textos, artigos pela internet... vou expor alguns que me levaram a reflexão...
Gostaria de ter começado com algum da Fernanda Young... mas esse da Danuza Leão me pegou de surpresa...
Espero que gostem!
Beijos...
Questão de escolha

Até os 30, eram amigas inseparáveis. Saíam, viajavam e aprontavam sempre juntas. Até que uma delas se apaixonou por um estrangeiro meio aventureiro e sumiu no mundo com ele. A outra ficou com uma certa inveja, mas sabendo, bem dentro dela, que não teria coragem para fazer a mesma coisa. Continuou sua vida, casou com um homem que lhe dava paz e nunca mais teve notícias da amiga tão querida.

Vinte anos se passaram e, um dia, as duas se cruzaram num restaurante. Foi um encontro mágico e já deixaram marcado um almoço para aquela semana. Ambas chegaram 15 minutos antes da hora, tal a vontade de se reverem e de botar as notícias em dia. A que havia ganho o mundo contou que a grande paixão tinha duradopouco mais de um ano, mas, como estava em Paris, cidade que adorava, procurou um trabalho, mesmo modesto, com salário apertado, para poder ficar. Foi pulando de paixão em paixão, nas férias viajava de trem para outros países – viagens econômicas – e assim conheceu grande parte da Europa. Houve muitas noites em claro esperando que ele – o homem da hora – chegasse e muito choro de madrugada, sozinha, porque ele não apareceu. Mas houve também verões maravilhosos na Grécia, noites inesquecíveis em Veneza e momentos de intensa felicidade. Mas um dia ela acordou e se perguntou: “O que é que estou fazendo aqui?”. Resolveu voltar. E ali estava, aos 50 anos, sem trabalho, sem filhos, sem ter um homem para chamar de meu amor, tendo que começar tudo de novo e sem se entender muito bem. E quis, logo, saber da história da amiga.

A outra havia se casado, tinha dois filhos já grandes e uma vida confortável, tranqüila, sem muitas novidades. Mas era feliz, isso é o que importava.
Não tinha do que se queixar: o marido é um bom pai, não reclama de nada, chega sempre na hora e todo ano, no dia do aniversário de casamento, data que ele nunca esquece, vão jantar fora – e da última vez terminaram a noite num motel. Mas algumas bobagens a irritam. Quando, por exemplo, nos fins de semana, ele veste invariavelmente uma bermuda, camiseta, põe nos pés aquela sandália – aquela – e fica vendo futebol na televisão, seja que jogo for. Nesses longos anos de casamento nunca se sentiu atraída por outro homem, a não ser em pensamento, claro. Mas nunca o traiu, pois sente nele uma firmeza reconfortante. Toda vez que ele volta de uma viagem e ela vai esperá-lo no aeroporto, seu coração bate mais forte e pensa, na porta do desembarque: “E se ele não chegar?”, só que ele sempre chega. O bem maior desse casamento, segundo ela, é que entre os dois existe um grande respeito.

Embalada pelo segundo copo de vinho, a casada se abre e diz que o marido não precisava ser tão previsível. Ah, como gostaria que um dia ele aparecesse com um brilho diferente nos olhos – fosse de desejo, admiração ou ódio –, um brilho que significasse alguma vibração. É disso que ela sente falta; só disso, de mais nada.
A solteira, que passou todos esses anos só com esse “isso”, pensa que gostaria de ter uma casa, um marido, uma certa paz. Será que foi louca e jogou a vida fora? Já a outra fica pensando que está há 20 anos com o mesmo homem, não conheceu nada do mundo e acha que talvez devesse ter tido mais coragem de se aventurar antes de entrar num casamento tão sólido. Será que foi louca e jogou a vida fora?Elas se despedem e cada uma vai para o seu lado, sem saber, afinal, o que pensar da vida.

* Danuza Leão é cronista, autora de vários livros, entre os quais Na Sala com Danuza 2 (ARX) e Quase Tudo (Cia. das Letras).